IMT: o que precisa mesmo de saber antes de comprar uma casa

O IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis) é um imposto devido na compra de casa em Portugal e faz parte dos principais custos escondidos do crédito habitação. Este artigo explica, de forma simples e direta, o essencial para planear a escritura sem surpresas e tomar decisões informadas.

Vamos mostrar o que é o IMT, quando se paga, como estimar o valor e como integrar estes montantes no orçamento total da compra. Iremos também clarificar a diferença entre o IMT, o Imposto do Selo, o IMI e o VPT, para preparar a documentação e o financiamento do crédito habitação com segurança.

Por que o IMT é um custo escondido associado ao crédito habitação?

Embora o IMT seja um imposto essencial na compra de casa, ele está subjacente à lista comprida de custos escondidos do crédito habitação. Trata-se de uma taxa cobrada pelo município, com base no valor de aquisição do imóvel ou na sua avaliação fiscal. O banco poderá solicitar o comprovativo de pagamento do IMT no momento da escritura para garantir que todos os custos associados à transação estão regulados antes de formalizar o financiamento.

Apesar de não ser pago no dia da escritura, tem uma importância significativa no ato da compra duma casa, e para não restarem dúvidas agora, criámos este artigo para o ajudar a esclarecer todas as questões que possa ter.

No final deste artigo deverá ficar a saber:

A seguir, vamos explorar ao detalhe cada um dos tópicos enunciados. Comecemos por saber exatamente o significado deste conceito.

Sumário

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    Em alguns casos, o UniCast pode ter sido gerado com a ajuda de Inteligência Artificial.

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    O que é o IMT?

    O IMT (Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis) é um imposto que deve ser pago quando um imóvel é comprado, independentemente de ser financiado, ou pago a pronto. Em Portugal, o IMT é cobrado pelos municípios e incide sobre a transferência de propriedade de bens imóveis.

    Como o IMT é calculado?

    O cálculo do IMT é baseado em três fatores principais:

    • O valor de aquisição do imóvel: o IMT é calculado com base no valor pelo qual o imóvel foi adquirido ou no Valor Patrimonial Tributário (VPT), dependendo de qual for o maior. Em imóveis mais caros, o valor do imposto será proporcionalmente mais elevado.
    • A finalidade do imóvel: habitação própria permanente, segunda habitação ou arrendamento, a finalidade do imóvel influência diretamente a taxa do IMT. Para a habitação própria permanente (HPP), as taxas são mais baixas, enquanto para a segunda habitação ou para imóveis para arrendamento, as taxas podem ser mais altas.
    • A localização do imóvel: as taxas de IMT podem variar entre o Continente e as Regiões Autónomas (Açores e Madeira), com algumas diferenças nos valores aplicados, devido a especificidades fiscais e regionais.

    Mas como funcionam estes parâmetros, na prática? Vejamos o exemplo seguinte.

    Exemplo prático do cálculo do IMT

    Imaginemos que compra um imóvel em Lisboa para habitação própria permanente. O valor de aquisição do imóvel é 150.000€.

    Assim, vão ser aplicados os seguintes valores:

    • Valor de aquisição: 150.000€.
    • Finalidade: Habitação própria permanente.
    • Localização: Continente (Lisboa).

    Conforme a tabela de IMT, disponível no site do Portal das Finanças, para habitação própria e permanente, a taxa de IMT seria de 1% para o valor até 92.407€, e de 2% para o valor acima deste limite, até 126.403€. O restante valor seria taxado a 5%.

    Vamos calcular o IMT para o valor de 150.000€:

    • 1% sobre 92.407€ = 924,07€.
    • 2% sobre o valor entre 92.407€ e 126.403€ (33.996€) = 679,92€.  
    • 5% sobre o valor entre 126.403€ e 150.000€ (23.597€) = 1.179,85.

    Portanto, o IMT total seria a soma dessas partes:

    924,07€ + 679,92€ + 1.179,85€ = 2.783,84€.

    Este seria o valor de IMT a pagar para um imóvel de 150.000€ para habitação própria permanente em Lisboa.

    Agora que já entendemos como o IMT é calculado e quais são os fatores que influenciam o seu valor, é importante saber quando e como efetuar o pagamento do imposto para garantir que a transação do imóvel seja concluída sem imprevistos.

    Na UniPeople, tratamos de toda a burocracia no ato do seu crédito habitação, acompanhamos todo o processo até à escritura, se estiver prestes a avançar com o seu pedido, faça uma simulação connosco, ou então siga para o próximo ponto, onde vamos explorar os prazos envolvidos no pagamento do IMT e o que deve ser feito para garantir que o processo ocorra sem problemas.

    Quando deve ser pago o IMT e quais são os prazos envolvidos?

    O pagamento do IMT é uma parte fundamental no processo de compra de um imóvel em Portugal. Para garantir que a transação seja formalizada corretamente e sem surpresas, é importante compreender quando e como este imposto deve ser pago.

    O IMT deve ser liquidado antes da escritura de compra e venda, sendo que o comprovativo de pagamento será exigido no momento da formalização do crédito.

    Para evitar complicações, confira os prazos e os procedimentos envolvidos.

    Diferentes prazos do pagamento do IMT

    O pagamento do IMT deve ser realizado nos prazos específicos para garantir que a transação de compra do imóvel seja concluída sem imprevistos. O não cumprimento destes pode causar atrasos na escritura e até penalizações.

    Os principais prazos de pagamento do IMT são:

    1. Antes da escritura: o IMT deve ser pago antes da assinatura da escritura de compra e venda do imóvel. O pagamento da guia deve ser feito alguns dias antes da escritura, garantindo que o comprovativo de pagamento esteja pronto para ser apresentado.
    2. Emissão da guia de pagamento: o pagamento do IMT é feito através da guia de pagamento gerada no Portal das Finanças. Esta guia pode ser emitida assim que o contrato de compra e venda for acordado, e deve ser paga no prazo indicado na guia.
    3. Prazo de pagamento após emissão da guia: a guia de pagamento tem um prazo de validade indicado no documento, geralmente de 3 a 5 dias úteis após a emissão. Portanto, é crucial efetuar o pagamento logo após a emissão para evitar que a guia expire.
    4. Na data da escritura: o pagamento deve ser feito com antecedência suficiente para o comprovativo de pagamento estar disponível no dia da escritura. A escritura não poderá ser formalizada sem este comprovativo.
    5. Penalizações por atraso: caso o IMT seja pago no prazo e o comprovativo não, seja apresentado na escritura, a transação pode ser adiada. Em alguns casos, o comprador pode estar sujeito a penalizações fiscais por incumprimento, o que pode acarretar custos adicionais e atrasos no processo de aquisição do imóvel.

    É importante cumprir rigorosamente os prazos estabelecidos para o pagamento do IMT, garantindo que toda a documentação esteja pronta e o processo de compra do imóvel siga conforme o planeado. Caso contrário, poderá haver atrasos na escritura e custos adicionais devido às penalizações fiscais por incumprimento. Esteja atento a todas as etapas e prazos para garantir uma aquisição tranquila e sem imprevistos.

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    Principais aspectos a ter em consideração do IMT

    Agora que entende as diferenças no cálculo do IMT entre habitação própria permanente e segunda habitação, é importante saber como planear o IMT no orçamento de compra de cada tipo de imóvel. Vamos seguir para o próximo tópico sobre como integrar o IMT no seu orçamento total de compra de casa.

    Como integrar o IMT no orçamento da compra da casa?

    Integrar o IMT no orçamento da compra de casa é fundamental para garantir que não enfrenta surpresas financeiras durante o processo de aquisição do imóvel. Embora o IMT não faça parte do financiamento, trata-se de um dos 10 custos escondido do crédito habitação, representado um imposto adicional significativo e deve ser considerado com antecedência.

    Abaixo, mostramos como calcular e planear esse imposto dentro do seu orçamento total.

    1 - Calcule o valor do IMT

    O primeiro passo é entender quanto será o valor do IMT que precisa de pagar.

    Como vimos anteriormente, o valor é calculado com base:

    • No valor de aquisição ou VPT (Valor Patrimonial Tributário).
    • Conforme a finalidade do imóvel: habitação própria permanente, segunda habitação, etc.
    • Localização do imóvel.

    É importante usar a tabela de taxas progressivas para calcular exatamente o valor do IMT.

    2 - Inclua o IMT nos custos totais de compra da casa

    O IMT deve ser incluído como parte do seu orçamento de compra da casa, ao lado de outros custos como:

    • Imposto de Selo: aplicável ao crédito ao valor do imóvel.
    • Custos de escritura: honorários do notário, despesas administrativas.
    • Taxas bancárias: se aplicáveis ao financiamento.

    Ao calcular o IMT, é importante lembrar que ele deve ser pago antes da escritura e não faz parte do crédito habitação, ou seja, ele não pode ser financiado. Isto significa que precisará de ter o dinheiro disponível para cobrir o valor do IMT, além da entrada do imóvel e das outras despesas de aquisição. Quer conhecer todos os custos escondidos do crédito habitação? Não deixe de ler a nossa sugestão a seguir indicada.

    3 - Preveja o impacto no seu orçamento

    Ao integrar o IMT no seu orçamento, tenha em mente que ele pode ter um impacto significativo. Isto é especialmente importante para quem não tem o valor do IMT já reservado e precisa de integrá-lo, mesmo antes de comprar casa. O IMT deve ser pago antes da escritura, então, certifique-se de que ele está incluído no montante que pode pagar confortavelmente.

    4 - Consulte um especialista

    Como o IMT varia conforme a localização e a finalidade da compra, pode ser útil consultar um especialista para calcular o imposto com precisão e garantir que integra corretamente todos os custos no seu orçamento.

    A UniPeople pode ajudá-lo com simulações de crédito e oferecer uma visão clara dos custos totais envolvidos na compra de casa.

    Agora que já sabe como integrar o IMT no orçamento da compra da casa, vamos analisar quais são as diferenças entre IMT para casa própria e segunda habitação.

    Quais são as diferenças entre o IMT para habitação própria permanente e para segunda habitação?

    O IMT varia significativamente consoante a finalidade do imóvel. As diferenças no cálculo do IMT entre habitação própria permanente (HPP) e segunda habitação refletem as políticas fiscais que procuram incentivar a aquisição da casa própria, ao mesmo tempo que regulam a compra de imóveis para investimento ou para férias. Vamos explicar detalhadamente essas diferenças.

    1 - IMT para Habitação Própria Permanente (HPP)

    O IMT para HPP aplica-se a imóveis adquiridos para servir como residência principal. Este tipo de compra tem uma vantagem fiscal significativa, pois o governo oferece taxas de IMT mais baixas para quem adquira a casa para habitação própria. As taxas aplicáveis são progressivas, ou seja, aumentam conforme o valor do imóvel. Vamos ver como funciona essa tabela.

    Tabela de Taxas de IMT para Habitação Própria Permanente (HPP)

    Veja os valores apresentados pela Autoridade Tributária.

    Valor de aquisição do imóvelTaxa de IMT aplicada
    Até 92.407,00€0,01%
    De 92.407,01€ a 126.403,00€0,02%
    De 126.403,01€ a 172.348,00€0,05%
    De 172.348,01€ a 287.213,00€0,07%
    Acima de 287.213,01€7,5%

    Como podemos ver na tabela acima, as taxas de IMT são progressivas. Para imóveis de valor mais baixo, o imposto será menor, tornando o processo de compra de habitação própria permanente mais acessível, especialmente para quem compra imóveis de valor mais baixo.

    Agora que vimos a tabela de taxas de IMT para HPP, é importante lembrar que a finalidade do imóvel e o valor de aquisição determinam a taxa aplicável. Vamos seguir para as diferenças em relação ao IMT para segunda habitação, que aplica taxas mais altas.

    2 - IMT para segunda habitação

    O IMT para segunda habitação aplica-se a imóveis que não serão usados como residência principal.

    Como nomeadamente:

    • Casas de férias.
    • Imóveis para arrendamento.
    • Investimento imobiliário.

    As taxas de IMT para segunda habitação são mais altas, vejamos as suas características:

    • Taxas mais elevadas: as taxas variam entre 2% e 8%, dependendo do valor do imóvel.
    • Sem benefícios fiscais: ao contrário da HPP, a segunda habitação não beneficia de condições fiscais mais favoráveis, o que torna este tipo de aquisição mais caro do ponto de vista do IMT.

    As taxas mais elevadas para segunda habitação refletem a política fiscal que visa desencorajar o investimento especulativo em imóveis e promover a compra para habitação própria. Este aumento da carga tributária torna a aquisição de imóveis para fins não residenciais, mais cara, o que deve ser considerado no planeamento financeiro.

    Por exemplo:

    Se o valor do imóvel adquirido for de 150.000€, para uma segunda habitação, o IMT será calculado com uma taxa de 2%, resultando em 3000€ de imposto. Já para habitação própria permanente, a taxa pode ser de 1%, resultando em 1500€, como vimos anteriormente.

    Este exemplo deixa claro como as taxas para segunda habitação impactam diretamente o valor do IMT a ser pago, aumentando significativamente os custos em comparação com a habitação própria permanente.

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    Como o IMT se compara a outros impostos, como o Imposto do Selo e o IMI?

    Além do IMT, existem outros impostos que fazem parte do processo de compra e posse de um imóvel, e é importante incluir esses custos no seu orçamento total.

    Ao planear a aquisição de um imóvel, deve considerar não somente o IMT, mas também:

    • O Imposto do Selo (IS).
    • O Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI).
    • O Valor Patrimonial Tributário (VPT).

    Cada um destes impostos tem características e impactos diferentes no custo total da compra de um imóvel. A seguir, vamos explicar como cada um destes impostos funciona e como eles se comparam ao IMT.

    1 - Imposto de Selo

    O Imposto do Selo é um imposto obrigatório que incide sobre a aquisição do imóvel e também sobre o montante do crédito habitação contratado. Ele representa um custo adicional importante e deve ser considerado no orçamento total da compra de casa.

    • Aquisição do imóvel: este imposto é cobrado sobre o valor de aquisição do imóvel, sendo pago no momento da escritura.
    • Crédito habitação: também incide sobre o valor do crédito habitação contratado, com uma taxa fixa de 0,8% sobre o montante do crédito.

    O pagamento do Imposto do Selo deve ser feito antes da data da escritura, com o pagamento do IMT e outros custos relacionados. Agora que já entendemos o Imposto do Selo, vamos falar sobre o IMI.

    2 - IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis)

    O IMI é um imposto anual cobrado pelo município sobre o Valor Patrimonial Tributário (VPT) do imóvel, e não sobre o valor de aquisição.

    • Cálculo do IMI: a taxa do IMI varia entre 0,3% e 0,8%, dependendo do município onde o imóvel está localizado.
    • Anualidade: o IMI deve ser pago anualmente e é um custo recorrente que acompanha a posse do imóvel.

    Para saber mais detalhes sobre este Imposto Municipal, reveja o nosso guia do IMI, disponível no nosso site, ou então continue por aqui, pois vamos analisar, a seguir, o VPT e como este influencia o custo total da aquisição e manutenção do imóvel.

    3 - VPT (Valor Patrimonial Tributário)

    O VPT é o valor atribuído ao imóvel pelas autoridades fiscais para efeitos de tributação. Este valor não corresponde ao preço de mercado do imóvel, mas sim a uma avaliação fiscal baseada em características como a localização, o tipo de imóvel e a área. O VPT é importante, ao servir como base para o cálculo de impostos como o IMI.

    Como o VPT afeta o IMI?

    O IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) é calculado com base no VPT. Quanto maior o VPT, maior será o valor do IMI a ser pago anualmente. Ou seja, o IMI é diretamente proporcional ao valor fiscal do imóvel.

    Por exemplo:

    • Se o VPT do imóvel for 100.000€, a taxa do IMI será aplicada sobre esse valor.
    • Se o VPT for 200.000€, o valor do IMI será proporcionalmente maior.

    Pode-se concluir então que o VPT é fundamental para calcular o IMI, mas também pode afetar o valor de outros impostos e taxas aplicáveis ao imóvel.

    Comparação dos impostos relacionados à compra de imóvel

    Abaixo, apresentamos uma tabela comparativa para facilitar a visualização das diferenças entre os impostos e como eles afetam o seu orçamento.

    ImpostoIncide sobreTaxa aplicadaQuando é pago
    IMTValor de aquisição do imóvel.1% a 7,5%, dependendo do valor do imóvel.Antes da escritura.
    Imposto do SeloAquisição do imóvel e montante do crédito.0,8% sobre o valor de aquisição e do crédito.No momento da escritura.
    IMIValor Patrimonial Tributário (VPT) do imóvel.0,3% a 0,8%, dependendo do município.Anualmente.
    VPTAvaliação fiscal do imóvel.Não se aplica diretamente (é uma base para calcular o IMI).Determinado pelo fisco.

    Agora que conhecemos a distinção entre estes 3 custos do crédito habitação, vejamos a seguir, como integrar estes impostos no seu orçamento.

    Como integrar estes impostos no seu orçamento?

    Ao planear a compra de um imóvel, é essencial integrar estes impostos no seu orçamento total, não somente o IMT. Embora o IMT seja um pagamento único, impostos como o IMI são recorrentes, havendo um custo anual a considerar. O VPT, embora não seja um imposto direto, é a base para calcular o IMI, tornando-o relevante no planeamento financeiro.

    Agora que sabe como os impostos se diferenciam e como integrá-los no seu orçamento, pode simular o crédito habitação e considerar estes custos na escolha do financiamento adequado.

    Caso já tenha o seu crédito habitação aprovado e deseje somente continuar a saber mais sobre o IMT, fique desse lado, pois a seguir explicamos as etapas para garantir o pagamento do IMT.

    Passo a passo: como tratar do pagamento do IMT antes da escritura?

    Seguir uma sequência simples e organizada no tratamento do IMT pode reduzir erros frequentes, acelerar o processo e assegurar uma escritura sem imprevistos desnecessários.

    Aqui estão os passos essenciais para garantir que o pagamento do IMT seja feito corretamente e dentro dos prazos estipulados:

    1. Confirmar a finalidade do imóvel (HPP ou secundária): e reunir os dados necessários para gerar a guia do IMT. Verifique também o valor de aquisição ou o VPT do imóvel.
    2. Emitir a guia no Portal das Finanças: com antecedência suficiente para garantir que o pagamento seja feito no prazo indicado na guia.
    3. Pagar no prazo indicado: e guardar o comprovativo de pagamento tanto em formato digital quanto impresso para facilitar a apresentação.
    4. Apresentar o comprovativo ao notário/conservatória no dia da escritura: para concluir o processo de compra com sucesso.

    Agora que já abordamos as principais informações sobre o IMT e o seu impacto na compra de um imóvel, vamos responder às principais dúvidas frequentes para garantir que o processo de compra seja o mais claro e seguro possível. Abaixo, apresentamos as perguntas e respostas rápidas para esclarecer diretamente as questões mais comuns sobre o IMT.

    FAQs rápidas sobre IMT

    Reveja, a seguir, um resumo rápido sobre as principais perguntas do IMT.

    1. O IMT é um custo do crédito? Não. O IMT é um imposto escondido da compra do imóvel e é independente do empréstimo.
    2. Quando se paga o IMT? Antes ou no dia da escritura, mediante a guia emitida no Portal das Finanças.
    3. Existem isenções do Imposto Municipal sobre Transações? Podem existir consoante a finalidade, o valor e as regras em vigor no momento da compra.
    4. Uma Habitação Própria e Permanente e uma casa secundária, pagam o mesmo de IMT? Não, têm tabelas e enquadramentos distintos, pelo que deve confirmar o seu caso.
    5. É preciso comprovativo na escritura? Sim. O comprovativo íntegra o dossiê apresentado ao notário/conservatória.
    6. O IMT aplica-se a todos os imóveis? Sim, o IMT aplica-se a todas as aquisições de imóveis, seja para habitação ou para outro fim.
    7. Qual é o valor mínimo para pagar o IMT? Não há valor mínimo, o IMT é aplicável a todas as aquisições de imóveis, independentemente do valor.
    8. Posso financiar o IMT? Não, o IMT deve ser pago separadamente, e não pode ser incluído no crédito habitação.
    9. O IMT varia conforme a localização do imóvel? Sim, as taxas podem variar entre o Continente e as Regiões Autónomas (Açores e Madeira).
    10. O IMT é reembolsável? Não, o IMT não é reembolsável, exceto em casos específicos de anulação da compra.

    Além de esclarecer todos os detalhes sobre o IMT, a UniPeople oferece uma análise imparcial e a comparação de propostas de vários bancos, ajudando a garantir que os clientes têm acesso à melhor oferta para o crédito habitação. Veja a seguir como.

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