- UniPeople
- EmpresasProteja os seus colaboradores, no caso de um acidente. Garanta o acesso a todos os cuidados. Fazemos um seguro personalizado e à sua medida. Saiba mais.
Consultor Financeiro sob Contrato Temporário
Contabilidade
Fiscalidade
Fusão e Aquisição de Empresas
Preparação para Venda e Sucessão
Ainda não existem artigos para exibir.
Ainda não existem artigos para exibir.
Ainda não existem artigos para exibir.
Ainda não existem simuladores para exibir.
Ainda não existem simuladores para exibir.
Ainda não existem simuladores para exibir.
Guias
Ainda não existem guias para exibir.
Downloads
Ainda não existem downloads para exibir.
Glossários
Ainda não existem glossários para exibir.
- ParticularesCartão de Crédito UniPeople Soluções Financeiras. Obtenha um montante de liquidez extra para gastar onde mais precisa, com as melhores taxas de juro. Simule Grátis!Perceba como a instabilidade internacional pode influenciar a Euribor e quando pode compensar transferir o crédito habitação.Calcule o reembolso de IRS 2026. Veja quanto pode receber ou pagar. Receba o resultado final no e-mail.Simule um crédito consolidado 120 meses e veja como pode reduzir as dívidas até 60%. Processo grátis, rápido e simples. Simule agora.Simule o seu Crédito Habitação Jovem sem custos e sem compromisso. Processo rápido e gratuito. Resposta mais rápida do mercado.Simule o seu crédito habitação sem custos e sem compromisso. Processo rápido e gratuito. Resposta mais rápida do mercado.Transfira o seu crédito habitação sem custos e sem compromisso. Processo rápido e gratuito. Resposta mais rápida do mercado.
Guias
Glossários
- Recursos
Ferramentas em Destaque
Calcule o reembolso de IRS 2026. Veja quanto pode receber ou pagar. Receba o resultado final no e-mail.Faça uma simulação de IMI e obtenha uma estimativa do imposto a pagar pelo seu imóvel em 2026. Simule gratuitamente!Simule o seu salário líquido mensal e saiba quanto irá receber no seu ordenado.Ainda não existem ferramentas para exibir.
Guia em Destaque
Pedir crédito não é só assinar um contrato, deve considerar vários fatores. Saiba como pedir um crédito responsável.FAQ em Destaque
Perguntas e respostas gerais sobre seguros para acidentes pessoais.Ainda não existem faqs para exibir.
Glossário em Destaque
Conheça o glossário de siglas financeiras, com toda a informação que necessita para compreender melhor as finanças pessoais, créditos, fiscalidade e seguros.Ainda não existem glossários para exibir.
Ainda não existem glossários para exibir.
Ainda não existem glossários para exibir.
- Blog
Artigo em Destaque
Saiba porque deve declarar doenças e pré-condições no seguro de vida do crédito habitação e o que pode acontecer se omitir informação.Artigo Especial em Destaque
Tem dúvida sobre a melhor alternativa para gerir as dívidas? Neste artigo ajudamos a decidir quando é melhor fazer um crédito consolidado e quando deve renegociar as dívidas.Ainda não existem artigos para exibir.
Tudo o que precisa de saber para escolher o melhor seguro para si
- Seguros
Categorias
Popular
Guias
Tags
Guia prático para escolher o seguro certo para si
Está a pagar demasiado por um seguro que não compreende totalmente? Sentiu que aceitou o primeiro contrato de seguro que lhe apresentaram só para “despachar o assunto”? Se respondeu que sim, este guia é para si.
Saber como escolher o melhor seguro, seja de saúde, seguro de vida, seguro automóvel ou seguro de crédito habitação é essencial para garantir que está protegido eficazmente, sem pagar mais do que devia. Mais do que comparar preços, trata-se de entender as coberturas, avaliar os riscos que quer proteger e perceber se o seu contrato faz realmente sentido para o seu perfil e objetivos.
Antes de avançar, saiba o que, realmente, ter em conta ao escolher um seguro
Se quer saber quais são as melhores opções de seguros e como fazer uma escolha inteligente, está no sítio certo. Vamos começar?
Escolher um seguro não é somente uma formalidade: é uma decisão que pode ditar se, num momento difícil, vai ter apoio real ou somente uma ilusão de proteção.
Ao longo deste guia, vai aprender como identificar os riscos que mais importam, como distinguir os vários tipos de seguros, o que analisar nas propostas e quais são os erros mais comuns que deve evitar. Também lhe mostramos um caso real, resolvido pela UniPeople, para ver, na prática, como uma boa escolha pode fazer toda a diferença. No final, vai saber exatamente como escolher o seguro certo, com confiança, critério e clareza.
UniCast
Oiça o nosso Podcast sobre o artigo
Em alguns casos, o UniCast pode ter sido gerado com a ajuda de Inteligência Artificial.
Como escolher o melhor seguro passo a passo: o que deve analisar antes de decidir
Agora que já compreende o impacto de uma escolha consciente, vamos guiá-lo pelas etapas fundamentais para encontrar o seguro mais adequado ao seu perfil.
Ao longo dos próximos pontos, vai aprender a identificar os riscos que deve proteger, perceber quais são os seguros mais indicados para cada situação, analisar as propostas com sentido crítico e evitar armadilhas que muitos só descobrem quando já é tarde. Também lhe mostramos um exemplo real de como uma decisão bem orientada pode traduzir-se em poupança e tranquilidade a longo prazo.
No final deste artigo, saberá exatamente:
- Que perguntas fazer antes de contratar um seguro.
- Como comparar coberturas, prémios e exclusões.
- Que tipo de seguro faz mais sentido para si.
- Como garantir que não paga por algo desnecessário ou incompleto.
Vamos começar pelo primeiro passo: identificar o que realmente precisa de proteger. Se preferir receber orientação personalizada desde já, pode contar com o apoio gratuito da UniPeople para analisar o seu caso e encontrar o seguro ideal.
Mas, se quiser continuar a explorar o tema por si, siga connosco para o próximo ponto, onde explicamos, passo a passo, as seis etapas fundamentais para escolher o seguro certo para si.
As 6 etapas fundamentais para escolher o seguro certo para si
Tomar uma boa decisão na contratação de um seguro não depende da sorte, depende de seguir um processo claro, baseado no seu perfil financeiro, nas suas necessidades e no que realmente pretende proteger. A seguir, mostramos-lhe os passos para garanti que faz uma escolha consciente, ajustada e financeiramente vantajosa do melhor seguro.
1 — Avaliar os riscos pessoais e património
Antes de olhar para preços, coberturas ou condições contratuais, é essencial saber o que quer proteger. Este é o ponto de partida para qualquer decisão acertada.
Porque não existe um seguro certo para todas as pessoas, mas sim um seguro certo para o seu contexto.
Comece por refletir sobre os principais riscos da sua vida pessoal, familiar e profissional:
- Tem pessoas que dependem de si financeiramente?
- Se tiver um problema de saúde, consegue suportar os custos de tratamentos, exames ou internamentos?
- E se tiver um acidente ou ficar incapacitado para trabalhar?
- A sua casa está protegida contra incêndios, inundações ou fenómenos naturais?
- Consegue pagar os prejuízos caso provoque um acidente de automóvel?
Também deve considerar os bens materiais que acumulou: casa, automóvel, equipamentos eletrónicos ou até um animal de estimação. Qualquer um deles pode representar um risco financeiro se acontecer algo inesperado. Ao identificar os riscos com maior impacto na sua vida, torna-se mais fácil escolher o tipo de seguro adequado e evitar pagar por coberturas que não fazem sentido para si. Outra solução poderá passar por contar com a ajuda de um especialista que o guie corretamente na sua escolha, como um da UniPeople Soluções Financeiras.
Agora que sabe o que precisa de proteger, o passo seguinte é perceber quem é e o que realmente precisa: o seu perfil e a sua realidade vão definir o tipo de seguro mais adequado.
2 — Definir o seu perfil e necessidades reais
Não basta saber o que quer proteger. Para escolher o seguro certo, é essencial que a apólice esteja ajustada ao seu perfil. Caso contrário, poderá pagar demasiado por coberturas que não precisa ou, pior, descobrir que não está protegido quando mais necessita.
Cada pessoa ou família tem características únicas que influenciam o tipo de seguro mais adequado:
- Qual é a sua idade e situação profissional?
- Tem filhos ou outras pessoas a seu cargo?
- É proprietário de casa ou vive em arrendamento?
- Trabalha por conta própria ou por conta de outrem?
- Tem histórico clínico relevante ou doenças pré-existentes?
Além disso, deve considerar o seu grau de tolerância ao risco e a estabilidade do seu orçamento mensal. Por exemplo, quem tem rendimentos mais apertados pode preferir um seguro com mensalidade baixa, mesmo que implique uma franquia maior.
Já quem valoriza tranquilidade total, pode preferir pagar um pouco mais por uma cobertura mais abrangente. Definir o seu perfil financeiro ajuda a filtrar as opções e a escolher um seguro que seja realmente eficaz, tanto na proteção como no equilíbrio financeiro.
3 — Escolher o tipo de seguro mais adequado ao seu caso
Após identificar os riscos e traçar o seu perfil, é altura de perceber que tipo de seguro responde melhor às suas necessidades reais. E, aqui, é importante fugir da tentação de contratar “o pacote completo”, porque mais cobertura não significa necessariamente melhor proteção, sobretudo se pagar por garantias que nunca vai usar.
Estas são algumas perguntas que ajudam a direcionar a escolha:
- Precisa de proteger o rendimento da sua família em caso de imprevisto? → Considere um seguro de vida.
- Quer garantir acesso rápido a cuidados médicos sem depender do SNS? → Veja um seguro de saúde.
- Conduz com frequência ou tem um automóvel próprio? → O seguro automóvel é obrigatório e pode incluir coberturas extra.
- É proprietário de um imóvel ou tem recheio valioso? → Avalie um seguro multirriscos habitação.
- Pratica desporto ou tem uma profissão com risco acrescido? → Um seguro de acidentes pessoais pode ser essencial.
- Viaja regularmente ou tem um animal de estimação? → Existem seguros específicos para isso também, como o Seguro Pet.
Cada resposta aponta para um tipo de seguro, mas a escolha certa exige ainda atenção às coberturas, exclusões e condições contratuais. Para perceber a importância de fazer essa escolha com a informação certa, veja o que aconteceu com a Mariana e o Miguel.
Exemplo real: como a Mariana e o Miguel pouparam e reforçaram a proteção da família
Quando compraram casa, a Mariana e o Miguel aceitaram o seguro de vida proposto pelo banco. Na altura, parecia a opção mais simples: resolver tudo no mesmo sítio, sem burocracias adicionais.
Só mais tarde perceberam pagarem mais de 400€ por ano, por uma cobertura mínima que nem incluía invalidez permanente.
Desconfortáveis com a situação, procuraram ajuda junto dos especialistas da UniPeople. Após uma análise gratuita, descobriram poderem transferir o seguro, mantendo as garantias e adicionando proteção para invalidez total e permanente (ITP), por menos 30% do valor.
Além da poupança imediata, passaram a ter uma apólice mais clara, ajustada ao seu perfil familiar e financeiro. Segundo o Miguel, “foi como trocar um casaco caro e apertado por um feito à medida, confortável e que realmente nos protege.”
Agora que já viu o impacto real de uma escolha bem-feita, vamos analisar detalhadamente os principais coberturas e exclusões, para perceber qual se adapta melhor à sua situação. Caso se tenha identificado com a Mariana e o Miguel, aproveite para fazer uma simulação, para entender também qual seria o melhor seguro e coberturas para seu caso.
4 — Comparar coberturas, exclusões e limitações
Escolher o tipo de seguro é importante, mas perceber o que está realmente coberto é ainda mais decisivo. Muitas pessoas contratam um seguro confiando que estão protegidas e, na hora do sinistro, descobrem que a situação não estava incluída. É aqui que entram as coberturas, exclusões e limitações.
O que deve analisar nas coberturas de um seguro?
A cobertura de um seguro representa o conjunto de situações em que a seguradora assume o compromisso de o proteger, ou seja, de indemnizar em caso de ocorrência de determinados eventos.
Verifique se o seguro cobre:
- As situações prováveis de acontecer no seu caso.
- As necessidades específicas que identificou nas etapas anteriores.
- Eventos frequentes no seu contexto. Como, por exemplo, um parto, internamento, incêndios, acidentes domésticos.
Quanto mais adequadas forem as coberturas à sua realidade e aos riscos que identificou, maior será a utilidade do seguro no momento em que realmente precisar dele.
Um seguro eficaz não é aquele que cobre “tudo”, mas sim aquele que cobre o que importa para si. Além disso, ao contratar o melhor seguro para si, deve tomar atenção às exclusões. Veja, no próximo ponto, o que isto significa.
O que são as exclusões num seguro?
As exclusões são as situações que nunca estão cobertas, mesmo que pareçam óbvias. São listadas no contrato e na Ficha de Informação Normalizada (FIN).
Por exemplo:
- Certos seguros de saúde não cobrem doenças pre-existentes.
- Um seguro de vida pode excluir morte por suicídio nos primeiros 12 meses.
- Muitos seguros automóvel excluem danos se o condutor estiver sob efeito de álcool.
Prestar atenção a esta parte do contrato é essencial. Muitas recusas de indemnização acontecem, precisamente, devido às exclusões e só se tornam visíveis quando já é tarde demais. Além disso, os seguros também poderão ter limitações, como nomeadamente as a seguir indicadas.
O que são limitações?
As limitações referem-se a limites máximos por tipo de cobertura. Pode ter uma apólice que cobre internamento hospitalar, mas com um teto de 3000€, mesmo que a despesa real seja de 10.000€.
Verifique:
- Teto máximo por sinistro ou por ano.
- Pagamentos ou percentagens suportadas pelo cliente.
- Períodos de carência: tempo que tem de esperar até poder usar o seguro.
- Franquias: quando aplicável
Analisar estas condições em diferentes propostas é fundamental. O seguro mais barato pode parecer atraente, mas se tiver coberturas limitadas ou franquias elevadas, poderá sair-lhe caro quando mais precisar.
É por isso que, no próximo passo, vamos mostrar-lhe como equilibrar três elementos-chave de qualquer apólice: prémio, capital, seguro e franquia, e como decidir que faça sentido para o seu orçamento e nível de proteção.
5 — Analisar prémios, capitais e franquias com equilíbrio
Após verificar o que está coberto e o que é excluído na escolha do melhor seguro, é essencial analisar os valores envolvidos.
Um seguro é tão bom quanto o equilíbrio entre o que paga e o que pode receber em caso de sinistro.
É aqui que entram três conceitos-chave:
Vejamos, individualmente, o significado de cada um deles.
Prémio: o valor que paga pelo seguro
O prémio é o custo do seguro, normalmente mensal, trimestral ou anual. Embora seja tentador optar pela opção mais barata, é importante lembrar que um prémio mais baixo pode significar coberturas reduzidas ou maior responsabilidade em caso de sinistro. Avalie sempre o que está incluído nesse valor.
Capital seguro: o montante máximo de indemnização
Este valor representa o limite que a seguradora irá pagar, caso ocorra um evento coberto pela apólice. Se tiver um seguro de vida com um capital seguro de 100.000€, é esse o valor que será pago aos beneficiários em caso de morte (ou à própria pessoa, em caso de invalidez, se estiver coberto).
Um capital demasiado baixo pode deixar a sua família desprotegida.
Por outro lado, um valor muito elevado pode encarecer o prémio sem justificação. Ajuste o capital às suas responsabilidades financeiras e ao que pretende garantir.
Franquia: o valor que fica sempre a seu cargo
A franquia é a parte do prejuízo que o cliente tem de suportar, mesmo quando o sinistro é coberto. Por exemplo, se tiver uma franquia de 500€ num seguro automóvel e o arranjo custar 2000€, a seguradora só pagará 1500€.
Quanto maior for a franquia, mais baixo tende a ser o prémio, mas também maior será o encargo para si em caso de sinistro.
Encontre o ponto de equilíbrio entre o que consegue pagar mensalmente e o que está disposto a suportar numa eventualidade.
6 — Contar com o apoio de um especialista credenciado
Mesmo após seguir todos os passos anteriores, é normal ter dúvidas. Os contratos de seguros podem ser complexos, com linguagem técnica e detalhes que escapam facilmente a quem não está familiarizado com o setor.
É por isso que o apoio de um especialista credenciado pode fazer toda a diferença.
Um bom mediador de seguros, devidamente registado na ASF, Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, tem como missão encontrar a solução mais adequada ao seu perfil, não à seguradora. Está preparado para analisar o mercado, comparar propostas e, acima de tudo, explicar-lhe cada detalhe de forma clara e objetiva. Mais do que poupar tempo, poderá poupar dinheiro e evitar erros que só se revelam quando é demasiado tarde. Na UniPeople, esse apoio é gratuito e começa com uma simples análise ao seu caso.
Ao seguir estas seis etapas, estará muito mais preparado para decidir de modo informado, consciente e alinhado com a sua realidade financeira. Evitará pagar por aquilo que não precisa e garantirá que, quando mais precisar, o seguro estará lá para si, com as coberturas certas, pelo valor justo.
Agora que já domina os fundamentos da escolha numa contratação de um seguro, está na altura de perceber que tipo de seguro faz realmente sentido no seu caso. A seguir, explicamos os principais seguros disponíveis, o que cada um cobre, e para quem são mais indicados para poder escolher com clareza e confiança.
Tipos de seguros: qual é o melhor seguro para si?
Nem todos os seguros são iguais e nem todos servem para todas as pessoas. O segredo está em alinhá-los com o que quer proteger, com o seu perfil financeiro e com o grau de risco que está disposto a assumir.
Abaixo encontra os principais tipos de seguros disponíveis em Portugal, o que cada um cobre e quando deve considerar contratá-los:
| Tipo de Seguro | Quando faz sentido | Principais coberturas | Dedutível no IRS? |
|---|---|---|---|
| Seguro de vida | Quando tem dependentes ou crédito habitação. | Morte, Invalidez Total e Permanente (ITP), Invalidez Absoluta e Definitiva (IAD). | Sim. |
| Seguro de saúde | Quando quer evitar listas de espera no SNS. | Consultas, exames, internamento, parto, estomatologia. | Sim. |
| Seguro automóvel | Obrigatório por lei para quem tem uma viatura. | Responsabilidade civil, danos próprios, assistência em viagem, proteção jurídica. | Não. |
| Seguro multirriscos habitação | Para proprietários ou arrendatários. | Incêndio, inundações, fenómenos naturais, recheio. | Não. |
| Seguro de acidentes pessoais | Para quem pratica desporto, tem profissões de risco ou quer proteção extra. | Invalidez, incapacidade temporária, morte por acidente. | Não. |
Dependendo da sua situação, pode fazer sentido contratar somente um destes seguros, ou combinar vários. Por exemplo, um casal com filhos pequenos e com um crédito habitação pode precisar de um seguro de vida familiar, outro associado ao empréstimo da casa, seguro de saúde e multirriscos.
Já um jovem solteiro pode dar prioridade ao seguro automóvel e, eventualmente, um de saúde básico. Mas, mesmo com as opções certas em mãos, é fácil correr riscos que comprometam a proteção ou fazem disparar os custos. No próximo ponto, mostramos-lhe quais são os erros mais comuns ao escolher um seguro e como evitá-los.
Erros comuns ao escolher um seguro (e como evitá-los)
Mesmo com toda a informação disponível, é fácil cair em armadilhas ao escolher um seguro, especialmente, quando a decisão é feita à pressa, sem comparar ou sem entender bem o que se contrata.
Abaixo listamos os erros mais frequentes e como pode evitá-los:
Escolher apenas pelo preço
Um seguro barato pode parecer uma boa decisão no imediato, mas se tiver coberturas insuficientes, franquias altas ou exclusões relevantes, o barato pode sair muito caro. Mais importante do que o valor mensal é o equilíbrio entre preço e proteção.
Aceitar a proposta do banco sem comparar
É comum aceitar o seguro de vida, saúde ou multirriscos sugerido pelo banco no momento da assinatura do crédito. No entanto, estas propostas nem sempre são as mais competitivas. Comparar com outras entidades pode garantir uma poupança e melhores condições e, em muitos casos, pode mudar o seguro mesmo com o crédito em vigor.
Ignorar a Ficha de Informação Normalizada (FIN)
A FIN é o documento que explica, de forma clara e obrigatória, o que está incluído no seguro. Ignorá-la é como assinar um contrato sem ler as letras pequenas. Leia sempre com atenção e, se tiver dúvidas, peça explicações.
Desconhecer a existência de franquias e limites
Muitas pessoas descobrem, só depois de um sinistro, que o seguro tem uma franquia elevada ou um teto máximo de indemnização demasiado baixo. Este erro pode ser evitado com uma análise cuidadosa antes da contratação.
Conhecer estes erros é o primeiro passo para evitá-los. A seguir, mostramos-lhe quando deve rever os seus seguros para garantir que continua bem protegido à medida que a sua vida evolui.
Quando deve rever os seus seguros?
Contratar um bom seguro hoje não garante que ele continuará a ser o mais adequado amanhã. A vida muda e os seguros devem acompanhar essas mudanças.
A verdade é que, com o tempo, as suas necessidades, responsabilidades e até o seu orçamento, podem mudar.
Se não ajustar as suas apólices, arrisca-se a estar a pagar por coberturas que já não fazem sentido ou, pior, a ficar sem proteção adequada quando mais precisar.
Rever os seus seguros com regularidade é uma forma inteligente de garantir que continua bem protegido, que paga um valor justo e que não perde oportunidades de poupança. Pode até descobrir que há melhores condições no mercado, com coberturas iguais ou superiores às que tem atualmente.
A altura ideal para rever os seus seguros é, muitas vezes, ignorada, mas existem momentos chave em que parar para reavaliar pode fazer toda a diferença.
Sempre que se aproxima a data de renovação automática do contrato, vale a pena confirmar se as condições se mantêm competitivas.
Da mesma forma, acontecimentos como o nascimento de um filho, uma mudança de casa, casamento, divórcio ou uma nova situação profissional devem levá-lo a ajustar as suas apólices. Além disso, novas leis, benefícios fiscais ou campanhas promocionais podem tornar vantajosa a substituição de um seguro antigo por uma alternativa mais atualizada, sem comprometer a sua proteção.
Como mudar ou cancelar um seguro com segurança?
Se, ao rever os seus seguros, perceber que existe uma opção mais vantajosa, com melhor cobertura, um prémio mais justo ou condições mais claras, pode e deve considerar mudar. No entanto, é importante fazê-lo seguramente, para não ficar temporariamente desprotegido ou incorrer em penalizações desnecessárias.
O que deve garantir antes de cancelar um seguro?
Antes de anular qualquer seguro atual, confirme que:
- Já tem uma nova proposta aprovada e a apólice emitida.
- O novo seguro oferece, no mínimo, as mesmas coberturas essenciais.
- Não existe período de carência que o deixe temporariamente desprotegido.
Nunca cancele um seguro com base numa promessa ainda por confirmar, faça-o apenas quando o novo contrato estiver validado e ativo.
Qual é o prazo para cancelar o seguro?
Por norma, os contratos de seguro renovam-se automaticamente. Para os cancelar, deve comunicar à seguradora com, pelo menos, 30 dias de antecedência da data de renovação. Esta comunicação deve ser feita por escrito, com comprovativo de enviar, por carta registada ou e-mail com aviso de receção, se a seguradora aceitar.
Existem penalizações do cancelamento do seguro?
Nos seguros anuais com pagamento faseado, pode ter de pagar os meses restantes se cancelar fora do prazo. Em contratos mais recentes, especialmente, de saúde ou de vida, é comum existirem períodos mínimos de fidelização, por exemplo, 12 meses.
Verifique sempre as cláusulas do contrato antes de tomar qualquer decisão. Se tiver dúvidas, o melhor caminho é falar com um especialista, que pode ajudá-lo a garantir uma transição segura, sem perder garantias nem correr riscos desnecessários.
Antes de avançar, certifique-se de que estas condições estão reunidas. Assim garante que a mudança é segura, sem perdas de proteção ou surpresas desagradáveis.
Além da poupança direta que pode conseguir com um seguro mais ajustado, vale também a pena perceber quais são os seguros que podem ser deduzidos no IRS. A seguir, mostramos-lhe como essa escolha pode ter benefícios fiscais.
Benefícios fiscais: os seguros são dedutíveis em IRS?
Contratar um seguro pode ser não só uma forma de proteção, mas também uma oportunidade para reduzir o valor a pagar em IRS. Embora nem todos os seguros sejam dedutíveis, alguns permitem aliviar a carga fiscal, especialmente, se forem enquadrados nas categorias certas.
Conhecer estas possibilidades pode ajudá-lo a fazer escolhas mais vantajosas e a maximizar o retorno sobre os seus encargos anuais.
Quais são os seguros que pode deduzir no IRS?
Nem todos os seguros permitem obter benefícios fiscais, mas alguns, especialmente os ligados à saúde e à habitação, estão previstos no Código do IRS com possibilidade de dedução à coleta. Para o ajudar a perceber exatamente quais são, resumimos na tabela seguinte os principais seguros contratados em Portugal e se podem ou não ser utilizados para reduzir o imposto a pagar.
| Dedutível no IRS? | Limite Máximo e Condições |
|---|---|
| Sim | Dedução de 15% das despesas com limite de 1000€ por agregado. |
| Sim | Dedutível se associado a um crédito habitação e cumprir critérios legais. |
| Não | Não é dedutível. |
| Não | Não é dedutível, mesmo com cobertura de ocupantes. |
| Não | Não tem benefício fiscal direto no IRS. |
Como vê, apenas alguns seguros dão acesso a benefícios fiscais e sempre mediante o cumprimento de certas condições. Para garantir que consegue efetivamente deduzir estas despesas no IRS, há alguns cuidados que deve ter ao longo do ano. São passos simples, mas que fazem toda a diferença no momento da entrega da declaração.
O que deve fazer para garantir a dedução?
Para que as despesas com seguros de saúde ou de vida sejam efetivamente aceites na sua declaração de IRS, é importante seguir alguns cuidados ao longo do ano:
- Solicite sempre fatura com NIF e classifique-a corretamente no portal e-fatura.
- Verifique se a seguradora está registada em Portugal, para garantir validade fiscal.
- Guarde os comprovativos de pagamento e os contratos, caso sejam solicitados pela Autoridade Tributária.
- Reveja as despesas de saúde e vida na declaração pré-preenchida antes de submeter, para confirmar se foram corretamente consideradas.
Estes passos ajudam a garantir que não perde nenhuma dedução a que tem direito e a informação enviada ao Fisco está completa e validada.
Agora que já conhece os benefícios fiscais possíveis, vamos abordar uma tendência recente no setor: os seguros sustentáveis, pensados para quem valoriza o impacto social, ambiental e a responsabilidade nas suas escolhas.
Seguros sustentáveis: uma tendência em crescimento
Nos últimos anos, muitos consumidores começaram a valorizar não só o preço e a cobertura dos seguros, mas também o impacto que estes produtos têm no mundo à sua volta. Foi com base nesta mudança de mentalidade que surgiram os chamados seguros sustentáveis — soluções que integram preocupações ambientais, sociais e de governação (critérios ESG) na sua conceção e operação.
O que são seguros sustentáveis?
São seguros que, para além de protegerem o cliente, seguem práticas de sustentabilidade, como:
- Apoiar projetos ambientais ou sociais com parte do prémio pago.
- Investir em fundos sustentáveis ou de responsabilidade social.
- Incluir vantagens para clientes que adotem comportamentos ecológicos (ex: condução eficiente, habitação com certificação energética).
- Reduzir a pegada ambiental dos processos (ex: digitalização, apólices sem papel, compensação de emissões).
Estas práticas fazem dos seguros sustentáveis uma escolha cada vez mais valorizada por quem quer alinhar a proteção financeira com a responsabilidade ambiental e social.
Mas, para além de optar por produtos alinhados com os seus valores, é fundamental garantir que o seguro cumpre a sua função no essencial:
Proteger aquilo que realmente importa, com clareza e eficácia.
E, para isso, é crucial compreender a diferença entre dois conceitos que geram muita confusão, o capital seguro e o valor da indemnização. Vamos esclarecer.
Um dos erros mais comuns na contratação de seguros é assumir que o valor contratado, capital seguro, será sempre o valor recebido em caso de sinistro. Mas isso nem sempre acontece e a diferença entre estes dois conceitos pode ter impacto direto na sua carteira.
O que é o capital seguro?
É o montante máximo que a seguradora se compromete a pagar em caso de sinistro, desde que o evento esteja coberto. Este valor é definido no momento da contratação da apólice e pode variar consoante o tipo de seguro.
Por exemplo:
- Num seguro de vida, o capital seguro pode corresponder ao valor do crédito habitação.
- Num seguro multirriscos, pode corresponder ao valor de reconstrução da casa ou ao valor dos bens no seu interior.
- Num seguro de saúde, pode existir um capital por cobertura. Por exemplo, em 15.000€ para hospitalização.
Saber definir corretamente o capital seguro é essencial para garantir que, em caso de sinistro, o valor contratado corresponde ao risco que pretende proteger, nem abaixo do necessário, nem acima do razoável.
Mas atenção: o capital seguro não é necessariamente o valor que vai receber. A seguir, explicamos o que é, afinal, a indemnização e, porque é tão importante conhecer esta diferença.
E a indemnização?
É o montante efetivo que recebe em caso de sinistro. Pode ser inferior ao capital seguro por diversos motivos:
- Aplicação de franquias.
- Existência de limitações contratuais por cobertura.
- Avaliação do dano real, que pode ser menor do que o montante contratado.
- Regras específicas de reembolso em alguns tipos de seguros (ex: saúde, automóvel).
Ou seja, mesmo que o capital seguro esteja definido num valor elevado, o montante que irá efetivamente receber pode ser mais baixo, dependendo das regras e limites aplicados pela apólice. É por isso que compreender esta diferença é fundamental para evitar falsas expectativas. No ponto seguinte, explicamos porque é tão importante saber isto e como pode impactar a sua proteção real.
Por que é importante conhecer as diferenças entre capital seguro e indemnização?
Porque estar sobre segurado ou subsegurado pode prejudicar a sua proteção, ou levar a custos desnecessários:
- Se estiver subsegurado, arrisca-se a receber menos do que precisa para repor os danos.
- Se estiver sobre segurado, estará a pagar prémios mais altos por um capital que, na prática, nunca será pago na totalidade.
Avalie sempre se o capital seguro reflete justamente o valor do bem ou a responsabilidade que quer garantir. E, se tiver dúvidas, peça auxílio a um especialista para encontrar o equilíbrio certo.
Tem seguros escondidos? Saiba onde procurar
Muitos consumidores pagam por seguros sem sequer saberem que os têm, ou duplicam coberturas já contratadas noutra apólice. Estes seguros escondidos são, muitas vezes, incluídos em produtos bancários, cartões ou pacotes de serviços, e podem representar custos desnecessários no seu orçamento mensal.
Onde é comum encontrar seguros escondidos?
Reveja a seguir algumas das situações mais comuns:
- Cartões de crédito: muitos incluem seguros de viagem, proteção de compras ou seguros de vida associados.
- Contas bancárias pacote: frequentemente trazem seguros de acidentes pessoais, assistência em viagem ou proteção jurídica.
- Créditos pessoais ou automóvel: podem incluir seguros obrigatórios ou facultativos embutidos no contrato, muitas vezes com valores pouco transparentes.
- Pacotes de telecomunicações ou energia: alguns oferecem seguros de eletrodomésticos, habitação ou assistência ao domicílio.
- Serviços digitais ou plataformas de e-commerce: oferecem proteção estendida para gadgets, garantias adicionais ou seguros contra fraudes.
Estes seguros estão muitas vezes integrados de forma automática em produtos e serviços do dia a dia, sem que o consumidor tenha plena consciência do que contrata, nem do que paga.
É, precisamente, por isso que deve verificar com atenção onde podem estar escondidas estas apólices. A seguir, explicamos porque é tão importante identificar estes seguros e como isso pode ajudá-lo a evitar duplicações ou custos desnecessários.
Por que deve verificar todos os seus seguros?
Estes seguros podem estar a ser cobrados automaticamente sem o seu conhecimento, ou duplicar coberturas de outros contratos ativos. Por exemplo, se já tem um seguro de vida autónomo, não precisa de manter um adicional associado ao cartão de crédito.
Faça uma revisão dos seus extratos bancários e contratos. Verifique se paga por seguros que não precisa ou que pode substituir por soluções mais completas e vantajosas.
Rever os seus contratos, questionar cada encargo e confirmar quais são as coberturas ativas é um passo essencial para evitar surpresas desagradáveis, ou para descobrir onde pode poupar sem perder proteção. Um seguro só vale a pena se for útil, claro e ajustado à sua realidade.
Agora que já percorreu os principais pontos deste guia, chegou o momento de esclarecer as dúvidas mais comuns sobre seguros, aquelas que muitas pessoas têm, mas nem sempre sabem onde perguntar. Vamos às respostas.
Perguntas frequentes (FAQ) sobre como escolher o melhor seguro
Ao longo deste guia, abordámos os principais conceitos e etapas para escolher o seguro certo. Ainda assim, há dúvidas que surgem com frequência, especialmente, quando se contrata pela primeira vez ou a rever contratos antigos. Abaixo reunimos as respostas às perguntas mais comuns.
Como escolher o melhor seguro para mim?
Escolher o melhor seguro para si começa por identificar o que quer proteger: a sua família, a saúde, o automóvel, a casa ou o seu rendimento em caso de imprevisto. Depois, é essencial analisar o seu perfil pessoal e financeiro: a sua idade, profissão, situação familiar, objetivos e capacidade para suportar imprevistos sem comprometer a estabilidade do orçamento.
A seguir, deve:
- Escolher o tipo de seguro certo para a sua realidade (vida, saúde, automóvel, multirriscos, acidentes pessoais, entre outros).
- Comparar várias propostas, olhando para mais do que o preço. Avalie as coberturas, exclusões, limites de indemnização, franquias e períodos de carência.
- Ajustar o capital seguro àquilo que realmente precisa: nem em excesso, para não pagar demais, nem em défice, para não ficar desprotegido.
- Verificar se há benefícios fiscais, como nos seguros de saúde e de vida com cobertura de invalidez
É fundamental contar com o apoio de um especialista credenciado, que pode orientá-lo, negociar no seu nome e garantir que faz uma escolha segura e vantajosa. O melhor seguro não é necessariamente o mais barato, é aquele que oferece proteção real, está ajustado à sua vida e tem condições que compreende e aceita com confiança.
Posso mudar o seguro de vida associado ao crédito habitação?
Sim, pode mudar o seguro de vida associado ao seu crédito habitação, mesmo que tenha sido contratado inicialmente através do banco. Em Portugal, a lei permite ao cliente escolher livremente a seguradora, desde que a nova apólice ofereça garantias equivalentes às exigidas pela entidade bancária.
Geralmente, o banco exige que o seguro de vida cubra, pelo menos, os riscos de morte e, muitas vezes, também de invalidez total e permanente (ITP) ou invalidez absoluta e definitiva (IAD). Se o novo seguro cumprir esses critérios, o banco não pode recusar a sua substituição.
Ao mudar de seguro de vida, pode:
- Reduzir significativamente o prémio anual, mantendo a proteção ou até melhorando as coberturas.
- Escolher beneficiários de forma mais flexível, quando não há cedência de beneficiário irrevogável ao banco.
- Adaptar o contrato à sua situação atual: capital atualizado, proteção mais abrangente, coberturas adicionais (como doenças graves, dupla proteção, etc.).
Antes de avançar com a mudança, confirme se o banco exige a aprovação prévia da nova apólice e assegure-se de que o novo contrato já está em vigor antes de cancelar o anterior para evitar ficar sem cobertura.
Além disso, avalie se o seu crédito beneficia de um ‘spread’ bonificado por contratar o seguro com o banco, pois em alguns casos essa vantagem pode ser perdida com a alteração. E quanto às doenças preexistentes? O seguro de saúde cobre esse tipo de situação? Vamos esclarecer.
O seguro de saúde cobre doenças anteriores ao contrato?
Regra geral, não. Doenças preexistentes costumam estar excluídas, a menos que a seguradora aceite incluí-las mediante avaliação e agravamento do prémio. Leia com atenção as exclusões antes de contratar. Como saber se pago demais pelo meu seguro?
Compare a sua apólice com outras do mercado com coberturas semelhantes. Reveja o capital seguro, o prémio mensal, as franquias e as exclusões. Se não revê o seu seguro há mais de um ano, provavelmente já existem alternativas mais vantajosas.
Quais são os seguros que posso deduzir no IRS?
No caso dos seguros de saúde, pode deduzir 15% do valor das despesas, com um limite global de 1000€ por agregado familiar.
Esta dedução aplica-se às despesas com prémios pagos a seguradoras autorizadas, se estiverem corretamente classificadas no portal e-fatura e emitidas com o seu NIF.
Já os seguros de vida só são dedutíveis quando estão associados ao crédito habitação para aquisição de habitação própria e permanente, e quando incluem cobertura de Invalidez Total e Permanente (ITP) ou Invalidez Absoluta e Definitiva (IAD). Mesmo nestes casos, há condições e limites específicos definidos por lei. É importante referir que seguros como o automóvel, multirriscos ou acidentes pessoais não são dedutíveis, mesmo que tenham utilidade no dia a dia.
Para garantir que aproveita as deduções possíveis:
- Peça sempre fatura com NIF e valide as despesas no portal e-fatura.
- Confirme que a seguradora está registada em Portugal.
- Reveja os valores pré-preenchidos no IRS antes de submeter a declaração.
Agora que sabe o que pode (ou não) deduzir, vale a pena esclarecer outra dúvida comum: afinal, o que é a franquia num seguro e como funciona na prática?
O que é a franquia num seguro?
É o valor que fica sempre a seu cargo em caso de sinistro. Se tiver uma franquia de 250€ e os danos forem de 1000€, a seguradora só cobre 750€. Quanto maior a franquia, mais baixo tende a ser o prémio.
É obrigatório ter seguro multirriscos na compra de casa?
Sim, é obrigatório contratar um seguro que cubra, pelo menos, o risco de incêndio do imóvel dado como garantia. Embora muitas pessoas optem pelo seguro multirriscos por incluir uma proteção mais abrangente, a lei não exige essa modalidade específica. E, importante, não é obrigado a contratá-lo com o banco que concede o crédito: pode escolher livremente a seguradora, se cumprir os requisitos legais.
Escolher bem é proteger-se com inteligência
Contratar um seguro não tem de ser complicado, mas também não deve ser feito apressadamente ou por impulso. Ao longo deste guia, viu que uma boa escolha começa na avaliação dos riscos reais, passa pela comparação consciente de propostas e termina com a contratação de uma apólice ajustada à sua vida.
Mais do que proteger bens ou cumprir exigências legais, o seguro certo dá-lhe tranquilidade. E isso só acontece quando sabe exatamente pagando, o que está coberto e o que pode esperar quando mais precisar.
Se chegou até aqui, já deu o primeiro passo: está informado e preparado para decidir com confiança. Agora, pode dar o próximo, com o apoio de quem entende o mercado, fala a sua linguagem e defende os seus interesses.
Simule com a UniPeople e descubra se pode poupar (ou proteger-se melhor)
Quer saber se o seu seguro atual é mesmo o mais adequado ao seu perfil?
Peça uma análise gratuita com os especialistas da UniPeople. Compare, esclareça e escolha com confiança, sem custos, sem compromisso.
Simuladores e Soluções FInanceiras
-
Simule um crédito consolidado 120 meses e veja como pode reduzir as dívidas até 60%. Processo grátis, rápido e simples. Simule agora.
-
Simule o seu Crédito Habitação Jovem sem custos e sem compromisso. Processo rápido e gratuito. Resposta mais rápida do mercado.
-
Simule o seu crédito habitação sem custos e sem compromisso. Processo rápido e gratuito. Resposta mais rápida do mercado.
-
Transfira o seu crédito habitação sem custos e sem compromisso. Processo rápido e gratuito. Resposta mais rápida do mercado.
-
Simule uma combinação de créditos e veja como pode reduzir as dívidas até 60%. Processo gratuito, rápido e simples. Simule agora.
Descubra como podemos ajudar
Sugestões UniPeople
Receba sugestões de Poupança, Finanças e Investimento no seu e-mail.
- Categoria: Seguros
- Publicação: 15:54 - 21/05/2025
- Última Atualização: 13:35 - 29/09/2025
Partilhe este conteúdo
Tags do Artigo
- Benefícios fiscais
- cancelamentos
- cancelar seguro
- capital seguro
- coberturas
- dedução de IRS
- escolher seguro
- especialista credenciado
- exclusões
- indemnização
- limitações
- melhor seguro
- mudar seguro
- património
- penalizações
- Perfil financeiro
- riscos
- Seguro automóvel
- Seguro de acidentes pessoais
- Seguro de saúde
- Seguro de vida
- Seguro multirriscos habitação
- Seguros sustentáveis
- tipos de seguros
Artigos Relacionados
Deixe o seu comentário
Conteúdo UniPeople
Receba sugestões de Finanças no seu e-mail.
Soluções Financeiras
A UniPeople é uma empresa especializada em Finanças 360º orientada às seguintes soluções: Crédito Consolidado, Crédito Habitação, Crédito Pessoal, Seguros e Fiscalidade.
Registada no Banco de Portugal com o número: 0006413.
Acompanhe as nossas novidades nas redes sociais.
Recursos
- Simuladores
- Guias
- FAQs
- Glossários
- Siglas
- Downloads
- Ferramentas
- Simulador Salário Líquido 2025
- Simulador Salário Líquido 2024
- Simulador Reembolso de IRS 2025
- Simulador de Taxa de Esforço
- Simulador de IMI 2025
- Simulador de Recibos Verdes
- Como obter a CRC?
- Passo a passo para pedir um Crédito consolidado online e na hora


















