O que precisa de saber sobre a franquia antes de acionar o seguro?

A Marta achava que tinha tudo sob controlo. O seguro do automóvel estava pago, a cobertura incluía danos próprios e até tinha assistência em viagem. Mas bastou um pequeno acidente numa rotunda para perceber que algo escapava: tinha de pagar 350€ do próprio bolso. Era a franquia e ninguém lhe havia explicado como funcionava.

Se já teve um seguro, provavelmente também já se deparou com este cenário: pensa que está totalmente protegido, mas, quando mais precisa, descobre que existe um valor mínimo que tem de pagar por conta própria. Esse valor chama-se franquia e pode fazer toda a diferença na forma como o seguro atua no momento do sinistro.

A franquia é uma das condições mais importantes de qualquer apólice de um seguro. Afeta o preço que paga todos os meses e define a sua responsabilidade quando algo corre mal. No entanto, continua a ser um dos pontos menos compreendidos e, por isso, uma das maiores fontes de surpresas desagradáveis.

Aqui vai encontrar tudo o que precisa de saber para tomar decisões informadas e proteger melhor o seu orçamento na contratação da franquia do seguro

Este artigo foi criado para o ajudar a compreender, de forma clara e prática, o que é a franquia. Saber interpretar esta cláusula dá-lhe poder para tomar decisões mais seguras, proteger o seu património e evitar despesas inesperadas.

No final deste artigo, deverá saber:

Agora que sabe o que vai aprender, começamos pelo princípio: o que é a franquia e, por que é tão importante conhecê-la bem? Se desejar seguir diretamente para algum dos pontos referidos no artigo, use a ajuda do sumário para melhorar a navegação.

Sumário

    O que é a franquia de um seguro e para que serve?

    A franquia no seguro é, segundo Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), a “parte do prejuízo que, em caso de sinistro, fica a cargo do tomador do seguro ou do segurado, nos termos estabelecidos na apólice”.

    É uma cláusula contratual comum em seguros como o automóvel, multirriscos, saúde ou acidentes pessoais. Pense na franquia como uma partilha de responsabilidades. Em caso de acidente ou dano, a seguradora só entra em ação após ultrapassado esse valor mínimo.

    Por exemplo, imagine que:

    • Tem um seguro automóvel com franquia de 300€.
    • Num acidente com danos de 800€, paga os primeiros 300€ do seu bolso. A seguradora cobre os 500€ restantes.

    Se os danos forem somente de 250€, o seguro não cobre nada, porque ficou abaixo da franquia.

    A franquia pode ser, então, um valor fixo (100€, 200€, 300€), ou uma percentagem do prejuízo (como, por exemplo, 5% ou 10%).

    Este mecanismo permite limitar a atuação da seguradora a situações realmente relevantes e, ao mesmo tempo, permite reduzir o valor do prémio mensal.

     

    Em resumo, a franquia define quando o seguro entra em ação e quanto terá que suportar em caso de sinistro. Se estiver a precisar de um seguro e quiser saber mais informações sobre qual é a melhor franquia para o seu caso específico, saiba que pode contar com os nossos especialistas para o ajudar. Caso contrário continue a ler o artigo, pois a seguir explicaremos quando a franquia se aplica (e não se aplica) e, porque essa distinção é essencial para não ser apanhado desprevenido.

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    Imagem ilustrativa

    Franquia no seguro: aplica-se sempre? Nem sempre.

    A franquia no seguro nem sempre é obrigatória e nem todos os seguros a incluem.

    Mesmo quando existe, ela não se aplica a todas as coberturas.

    Saber quando se aplica, e quando não se aplica, pode evitar frustrações no momento em que precisar de acionar o seguro.

    Quando é que a franquia é obrigatória?

    A franquia é comum em seguros onde há cobertura direta de danos ou custos do próprio segurado.

    Nestes casos, é obrigatório pagar o valor da franquia antes da seguradora comparticipar:

    • Seguros automóvel com cobertura de danos próprios: sempre que exista um acidente em que é responsável ou não haja identificação de terceiros.
    • Seguros multirriscos (habitação ou empresa): aplica-se frequentemente em casos de inundações, incêndios, fenómenos naturais ou roubos. Saiba mais sobre este seguro no nosso site.
    • Seguros de saúde com comparticipação: a franquia surge aqui como um valor fixo por ato médico. Por exemplo, em consultas, exames ou urgências.
    • Seguros de acidentes pessoais: presente em situações de hospitalização, invalidez, cirurgias ou reembolso de despesas médicas.

    Nestes cenários, a franquia funciona como uma condição de entrada: só após ultrapassar este valor é que o seguro começa a comparticipar os custos.

    Quando é que a franquia não é obrigatória?

    Apesar de ser comum em muitos seguros, a franquia nem sempre está presente. Há situações em que o seguro cobre a totalidade dos prejuízos sem exigir nenhum valor ao cliente, desde que o sinistro esteja incluído nas coberturas contratadas.

    Eis os casos mais comuns em que não paga franquia:

    • Seguros obrigatórios de responsabilidade civil: como o seguro automóvel de responsabilidade civil, que cobre os danos causados a terceiros sem aplicar franquia ao tomador do seguro.
    • Seguros de vida: o capital seguro é pago integralmente ao beneficiário, sem deduções ou aplicação de franquia.

    Nestes casos, o seguro cobre os danos sem deduções, desde que o sinistro esteja nas coberturas. Mesmo num seguro “sem franquia”, podem existir franquias ocultas em coberturas adicionais.

    Leia sempre o contrato com atenção ou solicite auxílio a um especialista.

    Na UniPeople, ajudamos a identificar todos os detalhes da apólice, e a garantir que sabe exatamente quando paga e quando está totalmente protegido, fale connosco e obtenha já a ajuda que precisa com a franquia do seu seguro.

    Ou então, continue a leitura, pois a seguir, vamos mostrar-lhe os diferentes tipos de franquias que existem e o que muda entre elas.

    Quais são os diferentes tipos de franquias mais comuns nos seguros?

    Agora que já sabe em que situações pode ou não pagar franquia, importa perceber que nem todas as franquias funcionam da mesma forma.

    Há dois modelos principais aplicados pelas seguradoras:

    Entender esta diferença é essencial para saber quando o seguro entra em ação, e quanto terá de pagar do seu bolso.

    Franquia absoluta

    A franquia absoluta de um seguro é o modelo mais utilizado pelas seguradoras. O valor definido no contrato é sempre pago pelo segurado, independentemente do montante resultante dos danos.

    Por exemplo, com uma franquia absoluta de 300€, num sinistro de 1.000€, paga os primeiros 300€ do seu bolso. A seguradora cobre os restantes 700€. Mas se o prejuízo for de somente 250€, paga a totalidade. O seguro não comparticipa.

    Este modelo tem uma vantagem clara: é direto, simples de entender e oferece previsibilidade.

    O segurado sabe sempre qual será a sua parte da despesa quando aciona a cobertura.

    Agora que já percebeu como funciona a franquia absoluta, vamos ao outro modelo possível, menos comum, mas com implicações diferentes: a franquia relativa.

    Franquia relativa

    Aqui, a lógica muda: o valor da franquia serve somente como limite mínimo de acionamento. Se os danos forem iguais ou inferiores à franquia, o segurado paga tudo. Mas, se forem superiores, o seguro cobre o valor total.

    Por exemplo:

    Com uma franquia relativa de 300€:

    • Se os danos forem de 250€, paga tudo do seu bolso.
    • Se forem de 1.000€, o seguro cobre os 1.000€ na totalidade, sem qualquer dedução.

    Este modelo pode ser vantajoso em seguros onde os sinistros são menos frequentes, mas mais dispendiosos, como nos seguros multirriscos, da casa ou empresa, ou nos seguros de acidentes pessoais com coberturas elevadas.

    Saber qual é o tipo de franquia, que está incluído na sua apólice faz toda a diferença quando acontece um imprevisto. Nem todas as seguradoras explicam isso claramente, sendo essencial ler o contrato com atenção ou contar com o apoio de quem entende.

    Na UniPeople, ajudamos a identificar se está perante uma franquia absoluta ou relativa, e se essa escolha está alinhada com o seu perfil e orçamento.

    A seguir, veja uma tabela prática com exemplos reais de franquias aplicadas em diferentes tipos de seguros. Vai perceber como estas condições impactam o seu dia a dia e o que pode fazer para ajustá-las ao seu perfil.

    Tabela de franquias por tipo de seguro

    Nem todas as franquias são iguais e o valor que paga pode variar bastante conforme o tipo de seguro, o risco coberto e a seguradora escolhida. Abaixo, encontra uma tabela com exemplos reais de franquias normalmente aplicadas em Portugal. Estes valores são indicativos, mas ajudam a perceber o que esperar de cada apólice.

    Exemplos de franquias por tipo de seguro:

    Tipo de SeguroFranquia TípicaObservações
    Seguro Automóvel150€ – 500€.Aplica-se somente em danos próprios.
    Seguro Multirriscos Habitação250€ – 1.000€.Varia conforme o tipo de risco (água, incêndio, fenómenos naturais, etc.).
    Seguro de Saúde10€ – 40€ por ato.Franquia surge como copagamento em consultas, exames ou urgências.
    Seguro de Acidentes Pessoais50€ – 300€.Pode aplicar-se a hospitalizações, invalidez ou despesas médicas.
    Seguro de VidaNormalmente sem franquia.A maioria dos contratos não prevê franquia.

    Como pode ver, não existe um valor fixo ou padrão para todas as apólices.

    A franquia muda consoante o tipo de bem, o nível de cobertura e até o histórico do cliente.

    Por isso, não olhe somente para o prémio mensal. Antes de contratar, compare os valores de franquia e perceba quanto terá mesmo de pagar em caso de sinistro.

    Na UniPeople, analisamos consigo o tipo de seguro, o valor da franquia e o impacto no seu orçamento. Tudo para escolher com segurança, e sem surpresas desagradáveis.

     

    Agora que já conhece os valores mais comuns, importa responder à pergunta que mais pesa no momento da decisão: “Como a franquia afeta o prémio do seguro?”. É isso que vamos ver no próximo tópico.

    Como a franquia afeta o prémio do seguro?

    A escolha do valor da franquia tem um impacto direto no que paga todos os meses.

    • Quanto maior for a franquia: menor tende a ser o prémio mensal.
    • Quanto menor for a franquia: maior tende a ser o prémio.

    Isto acontece porque, ao aceitar pagar mais em caso de sinistro, reduz o risco da seguradora, e isso traduz-se num seguro mais barato.

    Veja este exemplo simples:

    • Franquia de 150€: prémio mensal: 40€.  
    • Franquia de 500€: prémio mensal: 26€.

    Num ano, a segunda opção representa uma poupança de 168€. Mas, se tiver um sinistro, pagará mais do seu bolso.

    Este é o equilíbrio a considerar:

    FranquiaCusto MensalProteção em Sinistro
    Baixa (ex: 100€)Mais alto.Maior apoio financeiro.
    Média (ex: 300€)Moderado.Equilíbrio entre custo e apoio
    Alta (ex: 600€+)Mais baixo.Mais risco para o segurado.

    Não escolha somente com base no preço. Avalie o seu orçamento, a frequência dos riscos e a sua capacidade de lidar com imprevistos.

    Na UniPeople, podemos ajudá-lo a fazer simulações com diferentes níveis de franquia e encontrar o ponto ideal entre poupança e proteção. Saiba a seguir como escolher a melhor franquia para si.

    Como escolher a franquia ideal para si?

    Escolher o valor da franquia não é uma fórmula única para todos. O melhor valor para si depende do seu orçamento, do tipo de seguro que contrata e da sua disposição para assumir riscos em caso de imprevisto.

    Antes de decidir, é importante refletir sobre alguns pontos-chave:

    • Tenho capacidade financeira para suportar uma despesa inesperada elevada?
    • Prefiro pagar menos todos os meses ou ter menos custos no momento do sinistro?
    • Com que frequência posso acionar este seguro?
    • Qual é o valor do bem que estou a segurar?
    • Contrato um seguro por obrigação ou por proteção real?

    Estas perguntas ajudam a perceber se deve optar por uma franquia mais alta, para baixar o prémio, ou se faz mais sentido investir numa franquia mais baixa e garantir maior apoio financeiro quando algo corre mal.

    Por exemplo, se tem um automóvel novo, um imóvel de valor elevado ou pouca margem de manobra no orçamento, pode ser mais sensato escolher uma franquia baixa, mesmo que o prémio seja um pouco mais alto.

    Se ainda tem dúvidas, o ideal é contar com o apoio de quem analisa seguros diariamente.

    Na UniPeople, comparamos propostas de várias seguradoras, explicamos as condições e ajudamos a identificar a melhor solução para o seu perfil, sempre de forma simples, isenta e sem custos para si. A franquia certa protege o seu bem e protege o seu orçamento. Vamos auxiliá-lo a encontrá-la.

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    Quais são os tipos de valores de franquias que existem?

    Saber o que é a franquia já é um bom começo. Mas tomar a melhor decisão vai além de conhecer os tipos de seguros. É preciso escolher o tipo de valor de franquia que se adapta ao seu perfil: mais alto, mais baixo, ou o ponto certo entre ambos.

    Esta escolha pode mudar completamente como o seu seguro funciona, tanto no preço que paga todos os meses como na proteção que tem quando algo corre mal. A seguir, mostramos-lhe o que está em jogo em cada cenário.

    Franquia alta: mais poupança no mês a mês

    Optar por uma franquia mais elevada pode ser uma escolha acertada para quem procura reduzir o custo mensal do seguro, com capacidade financeira para lidar com imprevistos. Esta opção é indicada sobretudo quando o risco de sinistro é reduzido ou o bem segurado é usado raramente.

    As principais vantagens da franquia alta são:

    • Prémio mensal mais barato: permitindo poupança ao longo do tempo.
    • Maior controlo sobre o custo do seguro: ideal para quem valoriza a eficiência financeira.
    • Adequada para quem tem poucas ocorrências: ou histórico de sinistros reduzido.
    • Mais indicada para bens de baixo risco ou utilização esporádica: como, por exemplo, automóvel de fim de semana, casa de férias.
    • Pode facilitar a contratação de seguros com maior capital seguro: já que a seguradora assume menos risco imediato.

    Ao aceitar uma maior participação nos custos de um eventual sinistro, alivia o risco da seguradora e isso reflete-se num prémio mais baixo. Esta estratégia pode fazer sentido para quem tem uma reserva de emergência bem estruturada e não depende do seguro para pequenos incidentes.

    Imagine, por exemplo:

    Que tem uma franquia de 600€ e sofre um sinistro de 900€. Paga os primeiros 600€, e a seguradora cobre os 300€ restantes. O prémio mensal, no entanto, é bem mais leve, o que pode compensar se os imprevistos forem raros.

    Mas e se o seu dia a dia envolver mais riscos? Ou se não tiver margem para suportar despesas elevadas de uma só vez? É aí que entra a franquia baixa, a escolha de quem procura proteção e previsibilidade quando mais precisa.

    Franquia baixa: mais proteção quando precisa mesmo

    Com uma franquia baixa, paga mais todos os meses, mas tem a tranquilidade de saber que o seguro estará lá para si, mesmo nos danos menores.

    É a escolha certa para quem quer segurança e previsibilidade.

    As principais vantagens da franquia baixa são:

    • O seguro cobre quase tudo em caso de sinistro.
    • Implica um menor esforço financeiro quando acontece um imprevisto.
    • Mais indicada para bens essenciais: como a casa onde vive ou o automóvel do dia a dia.
    • Ideal para quem tem um orçamento apertado e não pode arriscar ter surpresas.

    Com uma franquia baixa, sabe exatamente com o que pode contar. Mesmo que o prémio mensal seja um pouco mais elevado, a segurança que garante em caso de acidente ou dano pode compensar, especialmente, se não tiver margem para lidar com custos inesperados.

    Agora que já conhece as vantagens de cada opção, é importante perceber que nenhuma decisão deve ser tomada isoladamente. A seguir, vamos explicar os principais cuidados que deve ter antes de escolher a franquia do seu seguro.

    Quais são os cuidados a ter antes de escolher a franquia de um seguro?

    Escolher a franquia errada pode custar-lhe centenas de euros no momento em que mais precisa do seguro. Por isso, antes de assinar o contrato, garanta que analisou todos os detalhes com atenção.

    Antes de assinar qualquer contrato, certifique-se de que segue todas as etapas:

    • Leia a apólice com atenção: nem todas as coberturas têm a mesma franquia. Pode haver exceções escondidas em letras pequenas.
    • Compare várias simulações, com e sem franquia: não fique pela primeira proposta. O valor mensal e a proteção variam bastante.
    • Confirme se existem franquias diferenciadas por cobertura: algumas seguradoras aplicam franquias para fenómenos da natureza ou responsabilidade civil.
    • Analise a frequência com que utiliza o bem segurado: um automóvel usado diariamente justifica escolhas diferentes de um automóvel que quase não circula.
    • Avalie a sua capacidade financeira para lidar com imprevistos: uma franquia alta pode parecer vantajosa até precisar de pagar 500€ num curto intervalo de tempo.
    • Considere o valor do bem segurado: franquias elevadas em bens de baixo valor podem anular a utilidade do seguro.
    • Verifique se há períodos de carência ou limites de cobertura associados à franquia: nem sempre estes elementos são explicados com clareza.

    Quanto melhor compreender as condições do seguro, mais preparado estará para decidir com consciência e evitar surpresas desagradáveis no futuro.

    A franquia não é só um número, é uma escolha estratégica

    Mais do que um detalhe técnico, a franquia é uma decisão estratégica que influencia o valor que paga todos os meses e o impacto financeiro num momento de sinistro.

    Ao compreender como funciona, quando se aplica e quais são as opções disponíveis, ganha autonomia para escolher melhor e proteger-se com inteligência.

    A escolha da franquia certa deve equilibrar o seu orçamento, o nível de risco e a importância do bem segurado.

    Se pensa rever os seus seguros ou contratar um novo, fale com os especialistas da UniPeople. Analisamos consigo o melhor equilíbrio entre proteção, franquia e preço, com clareza, proximidade e total independência.

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