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Crédito Pessoal para pagar a entrada de uma casa, é possível?
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Comprar casa: o desafio da entrada inicial
Comprar casa é um grande passo, mas o valor da entrada pode ser um obstáculo para muitos. Para a maioria dos empréstimos, o banco exige 10% de capital próprio. A dúvida comum surge: posso recorrer a um crédito pessoal para financiar a entrada de um crédito habitação?
A resposta, conforme o Banco de Portugal, é não. O crédito pessoal não pode ser utilizado para cobrir a entrada do crédito habitação, pois os bancos exigem que o montante da entrada venha de poupança própria ou de apoios oficiais, como a garantia pública para jovens.
Porém, existem alternativas legítimas e viáveis para quem não tem o valor total da entrada, e é isso que iremos explorar ao longo deste artigo.
O que vai aprender neste artigo?
Neste artigo, vamos explicar claramente:
- Porque o crédito pessoal não pode ser usado para a entrada do crédito habitação, segundo o Banco de Portugal?
- Quais são as alternativas seguras e viáveis para quem ainda não tem o valor da entrada?
- Como funciona a garantia pública para jovens?
- O que fazer se o banco recusar o crédito habitação?
- Qual é o papel da UniPeople em todo o processo de crédito habitação?
Com essas explicações, estará preparado para tomar as melhores decisões e dar os passos necessários para alcançar o objetivo de ter casa própria.
Agora, vamos entender o que o Banco de Portugal diz sobre o uso do crédito pessoal na entrada da casa e por que esta prática é proibida. Vamos esclarecer o motivo dessa restrição e como isso impacta a sua aprovação do crédito habitação.
O que diz o Banco de Portugal sobre usar crédito pessoal na entrada da casa?
O Banco de Portugal tem regras claras para garantir a estabilidade financeira tanto dos consumidores quanto das instituições bancárias. Conforme as suas orientações e políticas macroprudenciais, não é permitido utilizar o crédito pessoal para cobrir a entrada do crédito habitação.
Esta restrição está relacionada com as medidas estabelecidas pelo Decreto-Lei n.º 74-A/2017, que regula os contratos de crédito garantidos por hipoteca ou outro direito sobre imóvel. Através deste decreto, o Banco de Portugal impõe limites ao rácio de financiamento (LTV) e à taxa de esforço (TE), garantindo que o valor da entrada seja proveniente de poupança própria ou apoios públicos, como a garantia pública para jovens, e não de empréstimos adicionais.
Mas qual é o motivo desta restrição?
A explicação está relacionada com a segurança financeira do comprador e a proteção do sistema bancário. O crédito pessoal, por ser uma modalidade de empréstimo com taxas mais altas e prazos mais curtos, não oferece a mesma segurança que o crédito habitação. Portanto, os bancos exigem que a entrada seja composta somente por poupança própria ou, nalguns casos, apoios públicos.
Além disso, a entrada de 10% do valor do imóvel é um indicativo de que o comprador tem capacidade financeira para assumir o compromisso de longo prazo.
Ao tentar usar um crédito pessoal para essa entrada, o cliente estaria a aumentar a sua taxa de esforço, reduzindo a probabilidade de aprovação do crédito habitação.
Se está à procura de soluções para o seu crédito habitação, use o nosso simulador gratuito. Ele ajuda a calcular as condições do seu crédito com base na sua situação financeira e mostra as melhores opções de bancos.
No próximo tópico, vamos explorar outras formas de garantir os 10% da entrada para o crédito habitação, como poupança estruturada, apoio familiar e garantia pública para jovens, que podem ser a chave para realizar o seu sonho da casa própria.
Alternativas seguras ao crédito pessoal para dar entrada da casa
Embora o crédito pessoal não seja uma opção viável para cobrir a entrada do crédito habitação, existem várias soluções legítimas e seguras para quem ainda não tem o valor necessário para pedir o empréstimo. Estas alternativas ajudam a garantir que pode avançar com o seu pedido de crédito habitação sem comprometer a sua saúde financeira.
A seguir, vamos explorar individualmente cada uma delas:
Caso prefira seguir diretamente para alguma das alternativas enunciadas, utilize a ajuda do sumário para melhorar a navegação.
1 - Poupança planeada
Uma das soluções mais simples e seguras para garantir a entrada da casa é criar uma poupança planeada. Ao estabelecer uma meta e separar uma percentagem fixa do seu rendimento para este fim, um fundo de emergência, pode acumular a entrada sem recorrer a crédito adicional.
Por exemplo:
A Maria, de 28 anos, decidiu começar a poupar 150€ por mês para dar a entrada na sua casa. Ela sabia que precisava de 10% do valor do imóvel, que ronda os 150.000€.
150€ x 96 (meses) = 14.4000€
Portanto, ela estabeleceu uma meta de 15.000€ para a entrada e planeou poupar ao longo de 8 anos. No final destes 8 anos (96 meses), ela já terá o valor necessário, sem recorrer a qualquer tipo de crédito.
Ao fazer isto, a Maria conseguiu manter a sua saúde financeira e apresenta-se como uma candidata mais forte aos olhos do banco, que valoriza a poupança como sinal de responsabilidade.
Esta é uma das formas mais valorizadas pelos bancos, ao demonstrar a capacidade de planeamento financeiro do comprador. Faça como a Maria, quanto mais cedo começar a poupar, melhor será o seu perfil financeiro na hora da aprovação do crédito habitação.
Quer saber mais sobre como planear um fundo de emergência? Leia o artigo que preparámos para si, ou então continue desse lado, para conhecer mais dicas sobre como se planear para o futuro na compra da sua primeira casa.
2 - Recorrer a apoio familiar
Quando a poupança não é suficiente, muitas pessoas recorrem ao apoio familiar. Seja um empréstimo ou uma doação, esta pode ser uma alternativa eficiente para cobrir a entrada da casa, desde que a ajuda seja formalizada corretamente.
Por exemplo:
A Ana e o João estão a comprar a primeira casa e não conseguem reunir os 10% necessários. Então, os pais do João ofereceram 12.000€ para ajudar o casal na entrada da casa. O valor declarado às Finanças, garante que o banco aceita essa ajuda como válida e não como um novo crédito. Com esta ajuda, o casal consegue o requisito da entrada, sem recorrer ao crédito pessoal.
É importante lembrar que, se for uma doação, o montante tem que ser declarado, para evitar problemas futuros.
Caso opte por fazer um empréstimo familiar, o processo deve ser igualmente formalizado, com um contacto simples que especifique os termos do acordo. Estive tipo de apoio permite avançar rapidamente, desde que todas as partes envolvidas concordem e que o banco reconheça a legitimidade do montante.
3 - Beneficiar da Garantia Pública para Jovens
Se tem até 35 anos, pode ser elegível para o programa da garantia pública do crédito habitação para jovens. Esta medida do Governo Português permite cobrir até 10% do valor do imóvel, o que pode substituir a entrada inicial exigida pelo banco.
Por exemplo:
A Sofia, com 30 anos, compra uma casa de 200.000€. O banco exige 10% de entrada, ou seja, 20.000€.
200.000€ x 10% = 20.000€
Como ela se enquadra nos requisitos da garantia pública para jovens, o Estado cobre os 10% (20.000€), e ela não precisa de arranjar esse valor da sua própria poupança.
Este programa é particularmente vantajoso para jovens que ainda não conseguiram juntar o valor necessário para a entrada, permitindo-lhes avançar com a compra da casa sem recorrer a crédito adicional.
Para aceder à garantia pública, é necessário preencher alguns requisitos como:
- Ter até 35 anos.
- Ter uma situação profissional estável.
- Não ser proprietário de outro imóvel habitacional.
Se cumprir as condições, esta pode ser a solução ideal para reduzir a barreira da entrada inicial. Saiba mais sobre este programa com a ajuda do artigo que preparámos para si, ou então continue deste lado para saber mais sobre outras formas de conseguir dar a entrada de um crédito habitação.
4 - Inclusão de um fiador ou segundo titular
A inclusão de um fiador ou segundo titular pode ser uma solução útil quando o banco considera o seu perfil financeiro insuficiente para a aprovação do crédito habitação. Ao adicionar um fiador ou cotitular, o banco terá uma segunda fonte de rendimento para analisar, o que pode aumentar as suas hipóteses de aprovação.
Por exemplo:
A Paula e o Ricardo tentam obter crédito habitação, mas não conseguem reunir o valor da entrada. Então, decidem incluir os pais de Paula como fiadores no pedido de crédito. Com isso, o banco considera também a solvência dos pais de Paula, aumentando as probabilidades de aprovação.
Além disso, se o fiador tiver uma situação financeira estável, o banco pode aceitar uma entrada menor ou até mesmo reduzir a taxa de juro aplicada ao crédito.
Esta é uma boa alternativa para quem tem um histórico de crédito limitado ou não consegue reunir a entrada necessária.
Além disso, se o fiador tiver uma situação financeira estável, o banco pode aceitar uma entrada menor ou até mesmo reduzir a taxa de juro aplicada ao crédito. Esta é uma boa alternativa para quem tem um histórico de crédito limitado ou não consegue reunir a entrada necessária.
Esta opção permite melhorar o perfil de crédito, mas para quem já tem vários empréstimos em curso, o crédito consolidado pode ser a solução ideal para melhorar a situação financeira e facilitar a aprovação do crédito habitação. Vamos falar disso no próximo tópico.
5 - Crédito consolidado com liquidez extra
Se já tem vários créditos a decorrer, uma opção pode ser o crédito consolidado com liquidez extra. Este tipo de crédito envolve reunir todos os seus empréstimos num só, reduzindo a sua taxa de esforço e aumentando a sua capacidade de solicitar um novo crédito. Ao adicionar liquidez extra, pode utilizar esse montante para dar a entrada da casa.
Por exemplo:
O Carlos já tem dois créditos em curso:
- 1 crédito pessoal: 250€/mês.
- 1 crédito automóvel: 350€/mês.
Embora tenha rendimentos elevados, a sua taxa de esforço ficaria muito alta se fosse solicitar o crédito habitação, o que poderia comprometer a aprovação. Para evitar problemas, ele decide fazer uma simulação com a UniPeople, que o ajuda a consolidar os seus créditos.
Ao juntar tudo num único crédito consolidado, o Carlos consegue reduzir o valor das suas prestações mensais, tornando-se mais fácil pagar o crédito habitação.
Além disso, ele recebeu 5.000€ de liquidez extra, que usou para dar a entrada da casa. Com isso, conseguiu avançar com a compra sem a necessidade de recorrer a outro crédito.
No entanto, esta opção deve ser usada com cautela, pois, ao adicionar liquidez extra, pode estar a aumentar o seu nível de endividamento. O importante é garantir que a taxa de esforço não se torna excessiva, isso pode afetar a sua capacidade de pagamento a longo prazo.
Agora que explorámos as alternativas disponíveis, é importante destacar o que fazer se o banco recusar o crédito habitação. A recusa pode ocorrer por vários motivos, mas há sempre formas de melhorar o seu perfil financeiro e tentar novamente.
E se o banco recusar o crédito habitação?
A recusa do crédito habitação pode dever-se a critérios técnicos, como uma taxa de esforço elevada, histórico de crédito negativo ou instabilidade profissional. No entanto, isto não significa que o sonho da casa própria esteja perdido. Existem várias estratégias que pode adotar para preparar melhor o seu perfil e aumentar as suas hipóteses de aprovação numa nova tentativa.
Algumas estratégias para melhorar o perfil financeiro podem passar por:
- Reforçar a poupança: quanto mais tiver guardado, maior será a sua capacidade de mostrar ao banco que está preparado para dar a entrada e assumir o crédito.
- Consolidar créditos existentes: ao consolidar créditos anteriores, pode reduzir a taxa de esforço e melhorar a sua capacidade de pagamento.
- Estabilizar rendimentos: certifique-se de que tem rendimentos estáveis, com um contrato de trabalho sem termo, por exemplo, para aumentar a confiança do banco.
- Recorrer a um intermediário de crédito autorizado: como a UniPeople, para comparar diferentes propostas e negociar melhores condições junto dos bancos.
Com estas estratégias, pode melhorar o seu perfil financeiro e aumentar as hipóteses de aprovação do crédito habitação. Mas é normal surgirem dúvidas, por isso, preparamos algumas perguntas frequentes que podem ajudar a esclarecer as questões mais comuns.
FAQ — Perguntas frequentes sobre o crédito pessoal para dar entrada inicial no crédito habitação
À medida que explora as alternativas para garantir a entrada no seu crédito habitação, podem surgir algumas dúvidas. Para ajudar, compilámos as perguntas mais comuns sobre o processo de aprovação do crédito habitação e as opções disponíveis. Abaixo, encontra as respostas detalhadas para as questões mais frequentes relacionadas com a entrada na casa e as alternativas ao crédito pessoal.
1 - Posso solicitar um crédito pessoal para a entrada da casa?
Não, o crédito pessoal não pode ser usado para cobrir a entrada do crédito habitação. Conforme o Banco de Portugal, o valor da entrada deve ser proveniente de poupança própria ou apoios oficiais. A razão para esta restrição é que o crédito pessoal não tem as mesmas garantias que o crédito habitação, e ao ser utilizado para a entrada, pode comprometer a análise da taxa de esforço e o risco de incumprimento. Os bancos precisam de garantir que o valor da entrada seja um sinal de responsabilidade financeira, o que a poupança própria demonstra mais efetivamente.
2 - Qual é o valor mínimo de entrada exigido?
Em regra, o valor mínimo de entrada exigido é 10% do valor do imóvel.
Por exemplo:
Se compra uma casa no valor de 150.000€, o banco exigirá que dê, pelo menos, 15.000€ como entrada.
150.000€ x 10 % = 15.000€
Esta entrada corresponde à diferença entre o valor financiado pelo banco e o valor do imóvel. A maioria dos bancos em Portugal financia até 90% do valor de avaliação ou do imóvel, o que significa que a sua poupança ou uma alternativa legítima de financiamento (como a garantia pública para jovens) será usada para cobrir os 10% restantes.
É importante notar que, em algumas situações, o banco pode exigir uma entrada superior, dependendo do perfil financeiro do cliente, como a taxa de esforço ou o tipo de imóvel.
3 - Quais são as alternativas se não tiver o valor da entrada?
Se não tem os 10% de entrada necessários para o crédito habitação, existem várias alternativas para cobrir essa diferença de forma segura e viável.
Aqui estão as opções mais comuns:
- Garantia pública para jovens: este programa permite que jovens até 35 anos acedam ao crédito habitação sem necessidade de entrada. Este apoio pode ser a solução ideal para quem se enquadra nos requisitos, permitindo avançar sem recorrer à poupança ou crédito adicional.
- Apoio familiar: muitos compradores recorrem ao apoio familiar para dar a entrada. Este apoio pode ser na forma de uma doação ou empréstimo informal. Se for uma doação, ela deve ser declarada às Finanças. Se for um empréstimo, deve ser formalizado com um contrato simples, garantindo transparência e evitando problemas futuros.
- Poupança: embora não seja uma alternativa imediata, criar uma conta poupança exclusiva para a entrada da casa é uma das melhores formas de garantir a estabilidade financeira e aumentar as suas hipóteses de aprovação. Com um plano de poupança estruturado, pode reunir o valor necessário ao longo do tempo.
Essas alternativas não só são formas viáveis de garantir a entrada do crédito habitação, como também ajudam a fortalecer o seu perfil financeiro diante do banco. Cada uma delas oferece uma solução adaptável à sua situação, e o melhor é começar o mais cedo possível para garantir que está no caminho indicado para a aprovação do crédito.
4 - Como saber se tenho perfil para o crédito habitação com garantia pública?
Para saber se tem perfil financeiro para beneficiar da garantia pública do crédito habitação, o primeiro passo é verificar se cumpre os requisitos do Governo.
Em geral, os principais requisitos incluem:
- Idade: igual ou inferior aos 35 anos.
- Situação profissional estável: com contrato de trabalho ou atividade independente.
- O imóvel a adquirir deve ser destinado à habitação própria e permanente: e não pode ser superior a 450.000€ de valor de aquisição.
- Não ser proprietário de outro imóvel habitacional.
- Domicilio fiscal em Portugal: com situação fiscal e contributiva regularizada.
- Não pode ter beneficiado da garantia pública anteriormente.
A melhor forma de confirmar se preenche os requisitos são realizar uma simulação gratuita com a UniPeople, onde podemos analisar a sua situação financeira e ajudá-lo a perceber se cumpre as condições para beneficiar da garantia pública. A nossa equipa pode, também, orientá-lo sobre os passos seguintes para formalizar o seu pedido e aumentar as suas hipóteses de aprovação do crédito habitação.
O primeiro passo para aprovar o crédito habitação é a preparação
Comprar uma casa é uma decisão importante, e garantir a entrada inicial é uma das primeiras etapas no processo. Lembre-se de que o crédito pessoal não pode ser usado para cobrir essa entrada, mas que existem várias alternativas seguras e viáveis, como as explicadas ao longo deste artigo.
É fundamental valorizar a poupança planeada e conhecer os apoios públicos disponíveis.
Com estas alternativas, pode avançar com confiança para o crédito habitação, mesmo que ainda não tenha reunido o valor completo da entrada.
Se precisar de ajuda para encontrar a melhor solução para a sua situação, a UniPeople está aqui para acompanhá-lo e ajudá-lo em todas as fases do processo, desde a simulação até a aprovação do crédito habitação.
Sobre a UniPeople
A UniPeople é uma empresa especializada em consultoria financeira e intermediação de crédito, oferecendo serviços personalizados para ajudar os clientes a alcançarem os seus objetivos financeiros, com especial foco no crédito habitação.
Com uma equipa de especialistas altamente qualificados, a UniPeople oferece simulações de crédito e soluções adaptadas às necessidades de cada cliente, garantindo as melhores condições de mercado.
Além disso, acompanhamos o cliente em todo o processo, desde a análise de perfil até a negociação com os bancos.
A UniPeople é a sua aliada na realização do sonho da casa própria, proporcionando segurança e confiança em cada passo. Simule já, e torne o seu sonho em realidade na compra da sua casa.
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- Categoria: Crédito Habitação
- Publicação: 14:08 - 15/10/2025
- Última Atualização: 10:00 - 12/03/2026
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